configuração do teclado + scroll no slackware 12.1

eu e seu colega estamos nos aventurando no slackware. depois de instalarmos nos notebooks, começamos a configurar algumas coisas como teclado, conexão 3g e o scroll do touchpad. tudo muito simples, querem ver?

Configurando o teclado pra abnt2:

clique em alt + F2 e digite “kcontrol” para abrir a tela do centro de controle do kde. nela, é possível realizar diversas configurações, entre elas, o layout do teclado. é só clicar em Regional & Acessibilidade > Layout de teclado. nessa aba, selecione a caixinha para habilitar os layouts e escolha “Brasil”, “abnt2”, “br”.

Configurando o scroll do touchpad:

achei um tutorial muito bom, que explica o problema, fala sobre o módulo e a configuração no xorg.conf. segui o passo-a-passo e deu tudo certo. aliás, precisei mudar um detalhezinho no final, mostro já.

primeiro, é necessário editar o módulo do mouse que vem por padrão. pra isso, entre em /etc/modprobe.d/psmouse usando qualquer editor de texto (nano, vi, gedit) e comente a seguinte linha usando o casa-da-velha (#):

# Options psmouse proto=imps

pra recarregar o módulo, digite como root:

rmmod psmouse

modprobe psmouse

baixe a versão mais atualizada do synaptics usando o git:

git clone http://web.telia.com/~u89404340/touchpad/synaptics/.git

em seguida, edite o arquivo /usr/include/xorg/miscstruct.h alterando a linha #include <pixman.h> para include <pixman -1/pixman.h>. está tudo pronto pra compilar e instalar:

# cd synaptics

# make

# make install

feito isso, retorne a configuração original do /usr/include/xorg/miscstruct.h, abra o /etc/X11/xorg.conf e acrescente as seguintes linhas:

Section “InputDevice”

Identifier “Synaptics Mouse”

Driver “synaptics”

Option “Device” “/dev/psaux”

Option “Protocol” “auto-dev”

# enable SHMConfig if you want to enable synclient

# NB: enabling SHMConfig is insecure, since any user can invoke it

# Option “SHMConfig” “on”

Option “LeftEdge” “1700”

Option “RightEdge” “5300”

Option “TopEdge” “1700”

Option “BottomEdge” “4200”

Option “FingerLow” “25”

Option “FingerHigh” “30”

Option “MaxTapTime” “180”

Option “MaxTapMove” “220”

Option “VertScrollDelta” “100”

Option “CornerCoasting” “1”

Option “CoastingSpeed” “3”

Option “MinSpeed” “0.09”

Option “MaxSpeed” “0.18”

Option “AccelFactor” “0.0015”

# Option “Repeater” “/dev/ps2mouse”

EndSection

na seção “Module” adicione a seguinte linha:

Load “synaptics”

finalmente, na seção “ServerLayout”, segundo o tutorial, devem ser acrescentadas as duas linhas a seguir:

InputDevice “Mouse0” “CorePointer”

InputDevice “Synaptics Mouse” “SendCoreEvents”

e reiniciado o X. mas não consegui bootar por causa desse erro aqui:

Fatal server error:

no screens found

giving up.

resolvi editando o /etc/X11/xorg.conf novamente. mudei para InputDevice “Mouse1” e funcionou! :)

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relato da vigília do Fórum de Mulheres de Pernambuco – 25 de novembro

No último dia 25, terça-feira, o Fórum de Mulheres de Pernambuco (FMPE) realizou uma série de atividades para marcar o Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres no centro do Recife. A Praça da Independência, também conhecida como Pracinha do Diário, foi palco de uma audiência pública, da famosa vigília contra a violência e de uma exposição de artigos artesanais.

Por volta das 15:30h, as entidades que compõem o Fórum de Mulheres discursaram sobre o tema e conduziram uma audiência na qual apenas a representante da Coordenadoria da Mulher da Prefeitura do Recife, Juliana Cesar, compareceu. As outras entidades convocadas – o Ministério Público de Pernambuco, a Ordem dos Advogados do Brasil, a Secretaria Estadual da Mulher, a Coordenadoria da Mulher de Olinda e a Delegacia da Mulher – foram substituídas por integrantes do grupo teatral Loucas de Pedra Lilás que seguravam interrogações em sinal de protesto. Sempre que uma pergunta era direcionada a alguma entidade faltosa, a resposta era a mesma: “não veio”.

Após o fim da audiência, o varal de pipas carregado com os nomes das 268 mulheres assassinadas seguiu em caminhada até o Palácio do Governo. Como a equipe de segurança tentou barrar a passagem, os manifestantes não se deixaram calar. Ao som de frases como “por mim, por nós e pelas outras”, a multidão abriu caminho e partiu para a próxima parada: o Tribunal de Justiça. Em frente ao prédio, foram lidos os nomes – um por um, seguidos de pedidos de justiça -, reivindicadas as melhorias e depositadas as pipas para que o poder público lembre-se de trazer as políticas públicas para a vida das mulheres.

seguem algumas fotos:

aborto

taciana

blusa-vigilia4

horizonte

homens-pelo-fim-da-violencia

nem-com-flor

interrogacao

audiencia-publica2

pipas

justica

pipascaminhada

pipas-portao