II Encontro Livre à vista!

A segunda edição do Encontro Livre – Disseminando Cultura e Conhecimento chega à Livraria Cultura Paço Alfândega  no início de março com um novo tema: Software Livre & Comunicação.

Considerada por muitos um dos pilares da revolução tecnológica, a sociedade em rede torna-se cada vez mais evidente ao proporcionar mudanças em diversas esferas sociais: surgem novos modelos de negócio, formam-se comunidades virtuais e se estabelecem novos paradigmas do trabalho, do capital e da liberdade. É neste contexto que despontam o modelo de desenvolvimento coletivo dos softwares livres e a inversão da lógica midiática.

O Software Livre é uma importante ferramenta para a prática da Inclusão Digital e tem desdobramentos políticos, culturais, econômicos, educacionais e sociais: é fruto da sinergia entre novas formas colaborativas de trabalho na rede, solidariedade e da difusão livre de conhecimentos. Ciente disto, a Prefeitura da Cidade do Recife, em 2001, foi a primeira cidade a instituir uma lei que regulamenta o uso preferencial de aplicativos com código abertos, livres de restrição proprietária quanto a sua cessão, alteração e distribuição nos sistemas e equipamentos de informática. Desde então, não só as prefeituras em todo o Brasil mas também o Governo Federal tem adotado o GNU/Linux como estratégia econômica para reduzir gastos, contribuir para o desenvolvimento de tecnologias da informação e otimizar sua administração.

Para os entusiastas, este sistema operacional proporciona um ambiente horizontal e de ajuda mútua no qual os indivíduos interconectados ampliam seus conhecimentos, cultivam aprendizados, estabelecem novas formas colaborativas de trabalho e, assim, contribuem para o crescimento da inteligência coletiva. Esta filosofia autônoma aliada à prática permite a apropriação das Tecnologias da Informação e da Comunicação, as chamadas TIC’s, o que resulta em um grande leque de possibilidades no que diz respeito aos processos de acesso e produção de conteúdo.

O II Encontro Livre torna-se uma peça relevante nesta construção pois apresenta soluções relacionadas ao Software Livre, difunde seu uso e desenvolvimento, integra a comunidade local e motiva os participantes a refletirem sobre Comunicação e sua relação com as novas tecnologias desencadeando, assim, um processo emancipatório e de caráter questionador.

Visite o Tuíter, o Identi.ca e a página do evento.

instalação do BrOffice.org 3.1.0 no Slackware 12.2

ontem, baixei a versão 3.1.0 do BrOffice, que tem várias melhorias:

  • inclui o corretor ortográfico e hifenizador Vero versão 2.0.3;
  • interface do usuário e sistema de Ajuda corrigidas para o Novo Acordo Ortográfico;
  • melhoria no visual;
  • sombra do objeto ao arrastar, melhor controle de edição simultânea de arquivos.

No Writer:

  • melhorias nos comentários;
  • melhorias no uso dos corretores gramaticais (que ainda não vêm instalados por padrão).

No Calc:

  • podemos renomear planilhas com duplo clique;
  • temos um popup que auxilia o uso de fórmulas, dentre outros.

para instalar, primeiramente, descompactei o arquivo .tar.gz:

# tar xvf BrOOo_3.1.0_LinuxIntel_install_wJRE_pt-BR.tar.gz

em seguida, converti os arquivos .rpm para .tgz presentes na pasta RPMS:

# rpm2tgz *.rpm

instalei todos os pacotes .tgz desta pasta:

# OOO310_m11_native_packed-2_pt-BR.9399/RPMS/# installpkg *.tgz

e os da pasta desktop-integration:

# OOO310_m11_native_packed-2_pt-BR.9399/RPMS/desktop-integration# installpkg *.tgz

voilá! :)

broffice

instalando o ardour no slackware 12.2

(a saga do último áudio ou a lei do eterno retorno)

cês já sabem que gisa gravou um áudio e que precisei instalar o vlc. agora vou editá-lo no ardour para depois disponibilizar na rede. já que de uns dias para cá quase não tenho logado no ubuntu resolvi instalar no slackware 12.2.

vamos ao passo-a-passo:

  1. ir ao Slackbuilds para procurar as seguintes dependências do ardour: liblo, raptor, liblrdf, ladspa_sdk, boost, scons, fftw, libsamplerate, jack-audio-connection-kit, libgnomecanvas, gail, libsndfile e, finalmente, aubio;
  2. baixar o source e o slackbuild de cada linque acima;
  3. descompactar o arquivo do slackbuild usando tar: $ tar xvf  arquivo_slackbuild.tar.gz (aqui vai ser criada uma pasta com o mesmo nome do arquivo);
  4. mover o pacote source para dentro da pasta criada: $ mv pacote_fonte.tar.bz2 pasta_arquivo_slackbuild;
  5. executar o SlackBuild: # ./nome-do-pacote.SlackBuild (esse comando vai compilar os fontes e gerar um instalador .tgz disponível em /tmp);
  6. instalar com o installpkg: # installpkg pacote.tgz;
  7. baixar slackbuild e o source do ardour e repetir os passos mais uma vez.

update: quem não quiser fazer esse passo-a-passo enorme, pode pegar os .tgz’s aqui: liblo, raptor, liblrdf, ladspa_sdk, boost, scons, fftw, libsamplerate, jack-audio-connection-kit, libgnomecanvas, gail, libsndfile, aubio e ardour.

instalando o vlc no slackware 12.1

para ouvir o áudio que gisa gravou, instalei o vlc no slackware. através do wget baixei o pacote do programa e um plugin pro mozilla firefox:

root@computador:~# wget http://slackware.org.uk/3rd-party/alien/restricted_slackbuilds/vlc/pkg/12.1/vlc-0.9.8a-i486-1alien.tgz

root@computador:~# wget http://slackware.org.uk/3rd-party/alien/restricted_slackbuilds/vlc/pkg/12.1/vlc-mozplugin-0.9.8a-i486-1alien.tgz

e, finalmente, para instalar o vlc:

root@computador:~# installpkg vlc

instalando o unrar no slackware 12.1

na última sexta-feira, dia 20, houve um debate organizado pela frente estadual contra a criminalização das mulheres e pela legalização do aborto na ufpe. pedi a uma amiga que gravasse o áudio (obrigada, gisa!) para acompanhar a discussão, já que não pude comparecer.

ontem recebi o arquivo em formato .rar e precisei instalar o pacote unrar. primeiro o baixei via terminal através do wget:

usuario@computador:~$ wget http://www.rarlab.com/rar/unrar-3.7.8-i486-1stc_slack12.1.tgz

em seguida, usei o installpkg:

root@computador:~# installpkg unrar-3.7.8-i486-1stc_slack12.1.tgz

e para extrair o arquivo:

usuario@computador:~$ unrar e arquivo.rar

instalando o modem 3g d301 (claro) no slackware 12.1

hoje seu colega passou as coordenadas para usar o modem 3g d301 da claro no slackware 12.1. ele usou um tutorial do Breier (slackbr.org) e postou no blogue.

a primeira coisa a fazer é instalar o claro3g-0.1-i686-lab.tgz com o installpkg, responsável pela instalação de pacotes binários locais no Slackware e distribuições compatíveis:

root@computador:~# installpkg claro3g-0.1-i686-lab.tgz

em seguida, conecte o modem à porta usb do seu computador. teoricamente já há conexão, é só digitar “wvdial” no terminal para testar. porém devido a um problema com o servidor dns, que não é carregado automaticamente pelo modem, é preciso editar o /etc/ppp/options e acrescentar a seguinte linha:

ipcp-max-failure 30

agora sim, a conexão deverá ser estabelecida. abra o terminal e digite “wvdial” (com permissão de root). se tudo der certo, aparecerão certos dados como IP e DNS.

pydev: python rodando no eclipse 3.4 – Ubuntu 8.04

nesta última terça-feira comecei a estudar programação de verdade: seu colega me passou uma apostila introdutória sobre lógica de programação e um linque com exercícios de python.

pra início de conversa, instalei o eclipse, uma IDE (‘ambiente de desenvolvimento integrado’, no bom e velho português)  pra desenvolvimento em plataforma Java. Visitei o site e vi que lá tem uma versão mais atual do que a disponível no apt-get. baixei, desempacotei, procurei um makefile e me desesperei porque não achei perguntei: ‘e agora, José?’

Cel explicou o que acontece com o eclipse: ele não é instalado. na verdade, ele se integra a uma máquina virtual, responsável por carregar e executar todos os aplicativos Java, e não a um sistema operacional, como acontece com outros programas. essa máquina virtual (JVM) interpreta os chamados bytecodes, uma forma intermediária de código que pode ser executada em qualquer plataforma.

meio confuso, né? bom, como diz o ditado popular, uma imagem vale mais do que mil palavras:

tá, mas como eu faço pra não-instalar e usar o eclipse na minha máquina?

depois de baixar, desempacotei:

tar xvzf eclipse-SDK-3.4.1-linux-gtk.tar.gz

e precisei redirecionar o executável do eclipse pro menu. foi simples! abri o terminal e digitei “alacarte” para abrir o Menu Principal, escolhi a aba “programação” para o programa (mas pode ser em qualquer outra), cliquei em “Novo item”, nomeei “eclipse”, selecionei o executável que estava dentro da pasta do eclipse e coloquei o caminho em “Comando”. é possível adicionar o ícone também! baixei o .svg, salvei e redirecionei. dei “Ok” e voilá!

agora vamos conigurá-lo pro python usando o plugin Pydev!

abri o eclipse, fuiem Help > Software updates. na aba “Avaliable software”, cliquei em “Add Site” e digitei o endereço do Pydev (http://pydev.sourceforge.net/updates/), cliquei em “Ok” e esperei o linque ser carregado. ATENÇÃO: na parte inferior, deixe o primeiro checkbox (“Show only the latest versions of available software“) marcado, enquanto o segundo (“Include items that have already been installed”), deve estar desmarcado. depois marquei os checkboxs “Pydev” e “Pydev Optional Extensions”, dentro de “http://pydev.sourceforge.net/updates/”.cliquei em “Install”, em seguida, em “Next”, aceitei a licença e finalizei o processo.

após o fim da instalação, o plugin Pydev deve ser ativado. para isso, fui em Window > Open Perspective > Other e lá selecionei “Pydev”. para abrir um arquivo .py, cliquei  em File > New > Project e selecionei o Pydev e “Next”. escolhi um nome e o tipo do projeto, que depende do python instalado na máquina.